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quinta-feira, 23 de maio de 2013

Trabalhos Escolares

Trabalho 01 - Inkscape (Caio Ramos)

Círculo com Efeitos

Trabalho 02 - Inkscape (Caio Ramos)

Besourinho




Pou

Trabalho 03 - Inkscape

Logomarca Ubuntu


sábado, 18 de maio de 2013

Contato



  • Facebook (Caio Ramos)
  • E-mail: playcaio1@gmail.com
  • Alice Caymmi (Alice Caymmi)

    Alice Caymmi
    Capa do CD Homônimo de Alice Caymmi
    Neta de Dorival, filha de Danilo e sobrinha de Nana, Alice Caymmi é daquelas que comprova o clichê "talento vem de berço". Como ela mesmo diz, sempre esteve no palco e em seu projeto solo mostra que se tornou uma artista tão ciente de si quanto seus familiares. Sua música bebe das belas melodias e das imagesn marítimas que correm no sangue dos Caymmi, mas também recebe influências de gente como Björk e Radiohead. O resultado pode ser visto no disco de estreia da cantora, lançado em 2012. nasceu no Rio de Janeiro, tem 22 anos, é cantora, compositora e compõe desde os 10 anos de idade. Começou a cantar no palco, aos 12 anos com sua tia Nana Caimmy no Canecão e no trio elétrico da Magareth Menezes na ahia no mesmo ano. Fez outras inúmeras participações no show de seu pai Danilo Caymmi e as maiores experiências foram o encerramento dos Jogos Panmericanos de 2007, em que apagou a pira cantando com seu pai e o Som Brasil especial Dorival Caymmi em 2008, do qual participou cantando o solo "Nem Eu e "Sábado em Copacabana" em parceria novamene com seu pai. Sua primeira composição gravada "Diamante Rubi foi lançada no último dico de sua ia Nana Caymmi "Sem Poupar Coração". Em abril deste ano, cantou jstamente esta música com sua tia Nana no VIO RIO para 2 mil pessoas. Lançou sei primeiro CD homônimo em setembro de 2012, pela KUARUP Música.


    Felipe Cordeiro (Kitsch Pop Cult)

    Capa do Disco "Kitsch Pop Cult "
    O Cantor Felipe Cordeiro
    Felipe Cordeiro é de uma família de músicos. Todos os seus quatro tios paternos são músicos. Mas a influência do seu pai, o produtor Manoel Cordeiro, foi sem dúvida determinante. Entrou na Escola de Música da Universidade Federal do Pará (EMUFPA) aos onze anos e lá estudou piano, teoria musical e bandolim. Participou nesse período de vários grupos relacionados à sua atividade de estudante de música, se apresentando em concertos (solo e em grupo) por diversas salas de Belém do Pará. Aos quinze anos, pouco antes de ingressar na faculdade de Filosofia da Universidade Federal do Pará, curso no qual é graduado em Bacharelado e Licenciatura, influenciado pela mpb tradicional, começou a mostrar suas primeiras composições nos festivais de canções, sendo premiado em diversos deles pelo Brasil.Felipe Cordeiro é um dos principais expoentes da nova geração da sempre efervescente cena musical do Pará. Cantor, compositor e instrumentista, a sonoridade do músico é permeada por ritmos amazônicos que vão da lambada ao carimbó, da guitarrada ao atualíssimo tecnomelody, sons embalados com a ironia do brega e do pop retrô revisitados, numa confluência feliz e anárquica de referências a que o artista batiza de “pró- Kitsch”, ou Kitsch Pop Cult, mesmo nome de seu primeiro disco (como cantor/compositor), a ser lançado ainda nesse ano com a produção musical de André Abujamra (Karnak, Os Mulheres Negras), trabalho que já rendeu ao paraense boa recepção de crítica e ótima repercussão na cena independente nacional. Filho e parceiro musical do guitarrista e produtor Manoel Cordeiro, um dos pioneiros da lambada no Pará, e de quem diz ter herdado o gosto radical pela diversidade, Felipe participou, em 2010, dos festivais mais importantes do norte: Se Rasgum (PA), Quebramar (AP) e Conexão Vivo (PA). Em 2011, o performático show Kitsch Pop Cult foi considerado pelo jornal O Estado de São Paulo como um dos melhores shows do evento catalisador da nova cena musical do país, o pernambucano Rec Beat. Em seguida, no evento Prata da Casa, do Sesc Pompéia, São Paulo, o público paulista pode conferir este que já é um dos sons mais interessantes da cena alternativa brasileira da atualidade. A boa safra de apresentações foi matéria da revista Rolling Stone, e responsável pela seleção da canção Legal e Ilegal, sucesso nas rádios do Pará e Pernambuco, para a coletânea de música brasileira da WOMEX 2010, a maior feira world music do mundo, realizada anualmente na Europa. Segundo crítica entusiasmada da revista Bravo! (agosto/2011) Felipe Cordeiro pode ser considerado “um dos principais renovadores da música pop brasileira”, e seu álbum, Kitsch Pop Cult, é cotado pra ser um dos mais interessantes desta década.

    sexta-feira, 17 de maio de 2013

    Djangos (Mundodifusão)

    Banda Djangos
    Capa do Álbum "Mundodifusão"
    Formado na década de 90, o trio carioca Djangos vem sendo um dos bastiões da cena independente no Rio de Janeiro. Com alguns álbuns na bagagem, a banda faz uma mistura de punkska e reggae, com muito bom humor. No fim de 2007 inciam-se os trabalhos de "Mundodifusão", o segundo álbum solo da banda, com a produção de Marcelo Yuka. Ao longo de 2008 e 2009 a banda fica focada na produção do álbum, que trás uma versão de "Comportamento Geral", de Gonzaguina, que conta com a participação de sua filha, Amora Pêra, nos vocais. Outro destaque do álbum é a gravação de "Beco Sem Saída (Forrockers)", uma antiga música da época dos Kamundjangos. Gravam o clipe de "Operação São Jorge", que teve execução no Lab da Mtv. Em 2010 participam de uma homenagem aos Paralamas do Sucesso com a música "Dos Margaritas", gravando inclusive um clipe. Ainda neste ano gravam uma versão de "Homem Gol" de Jorge Ben Jor.


    Isadora (A Eletrônica e Musical Figuração das Coisas)

    Banda Isadora
    Capa do álbum "A Eletrônica e Musical Figuração das Coisas"

    Inspirados na obra da bailarina americana Isadora Duncan, os amigos Bruno Cosentino (voz, violão e guitarra), Andrés Patiño (violão e guitarra), Bernardo Prata (baixo), Gabriel Carneiro (bateria) e Pedro Tié (texturas eletroacústicas e piano) formaram a banda Isadora com a proposta de experimentar sobre o formato tradicional da canção brasileira. O quarteto lançou seu álbum "A Eletrônica e Musical Figuração das Coisas", no começo de 2012. Geralmente suaves e melancólicas, as canções do grupo carioca são cheias de provocações poeticas e transitam num espaço sonoro que remetem tanto à lavra mais obscura de Caetano Veloso, quanto o minimalisto de bandas como Radiohead e compositores como Phillip Glass.

    quinta-feira, 16 de maio de 2013

    Agridoce (Agridoce)

    Capa do CD Homônimo "Agridoce

    Agridoce é a porção Mr. Hyde da cantora baiana Pitty. Explicando melhor: a exemplo do alter ego do Dr. Jekyll (ambos personagens criados pelo escritor escocês Robert Louis Stevenson), Pitty se lançou num projeto oposto à sua personalidade. Saiu a roqueira agressiva de discos como Admirável Chip Novo (2003) e Chiaroescuro (2009) e entrou uma pessoa de canto e composições suaves, que traz em suas músicas influências que vão do folk ao rock lírico do inglês The Smiths.

    "Pitty Leone" e "Martin Mendonça", integrantes do Agridoce
    No Agridoce, Pitty divide espaço com o guitarrista Martin Mendonça, ex-Dr. Cascadura (uma das principais bandas de rock da Bahia) e que entrou no grupo da roqueira baiana em 2004. O disco foi gravado num estúdio montado numa casa na Serra da Cantareira, em São Paulo. Pitty, Mendonça e o produtor Rafael Ramos optaram por não trabalhar como instrumentos elétricos. Pelo contrário, foram utilizados ruídos inusitados, como os sons da madeira do piso e do teto, além de uma gaveta – que foi transformada em bumbo na canção Rainy. Pitty também se mostra uma boa cantora (uma qualidade que muitas vezes passa despercebida em meio à distorção e às guitarras pesadas de sua banda) em faixas como Dançando. “Foi a primeira música que a gente fez de fato e que acabou dando início ao processo do Agridoce virar um projeto paralelo”, explica Pitty. Para o VEJA Música, além de Dançando, o Agridoce preparou três outras composições: 20 Passos (com vocais de Martin Mendonça) e as covers de "La Javanaise", de "Serge Gainsbourg"Please Please Let Me Get What I Want", de "The Smiths".

    Marcelo Jeneci (Feito Pra Acabar)

    O Cantor Marcelo Jeneci
    Capa do Álbum "Feito Pra Acabar"
    Com talento para agradar a muitos, Marcelo Jeneci é um compositor que tem o trabalho calcado em sua própria vivência musical. Instrumentista desde muito cedo, comemora com apenas 28 anos de idade seus mais de dez anos de estrada como músico acompanhante de diversos nomes da música popular brasileira. Agora, alça vôos mais longos através de suas próprias canções e de sua linguagem musical apurada em seu primeiro álbum “Feito pra Acabar”, lançado pela Som Livre em dezembro de 2010. 
    “Feito Pra Acabar” traz treze faixas autorais, a maioria em parceria com nomes já conhecidos do público, que marcam a primeira safra de composições do paulistano. O disco foi quase todo registrado ao vivo, em fitas de 2 polegadas, por gravadores Studer A 827 com 24 canais, no estúdio COMEP (Comunicação Musical Editoras Paulinas), em São Paulo. Das treze músicas de “Feito Pra Acabar”, cinco contam com arranjos do também instrumentista (violonista) e compositor Arthur Verocai, responsável por arranjos e regências em discos de nomes como Marcos Valle, Gal Costa, Erasmo Carlos, Jorge Ben Jor, Ivan Lins e Elizeth Cardoso e autor do cultuado disco Arthur Verocai (1972). Ficaram sob a batuta do carioca, de 65 anos, as músicas “Feito Pra Acabar” e “Quarto de Dormir”, ambas com arranjos de orquestra; e “Felicidade”, “Tempestade Emocional” e “Por Que Nós”, estas com arranjos de cordas. As gravações da orquestra, que contou com 20 músicos, foram realizadas no estúdio Mega, no Rio de Janeiro. O projeto de gravação do primeiro disco solo de Jeneci e show de lançamento foi selecionado entre mais de 730 inscritos no Edital Nacional 2009, na categoria Fomento à Música, do projeto Natura Musical. 


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    Tiago Iorc (Umbilical)

    Capa do Álbum "Umbilical"
    O Cantor Tiago Iorc

    Tiago Iorczeski, mas conhecido como Tiago Iorc, é um cantor e compositor pop brasileiro. Nascido em Brasília, mas radicado em Curitiba, Tiago saiu do país pela primeira vez com apenas 10 meses de idade, e ficou até os 5 anos morando na Inglaterra. Ganhou notoriedade musical ao cantar "Scared" em um festival de música da PUC-PR, onde estudava publicidade.No ano seguinte, a música fez parte da trilha da novela Duas Caras. Em 2009, a regravação de "My Girl", virou um sucesso na novela Viver a Vida. Em 2010, foi a vez de "Fave a Name" entrar como tema da novela A Vida da Gente. Seu segundo disco de estúdio, "Umbilical", foi gravado no Rio de Janeiro e em Nova York, e contou com a produção do americano Andy Chase. Além do Brasil, o disco foi lançado na Coreia do Sul, Portugal, Estados Unidos e Japão. Em 2008, fez sucesso relativo, quando sua canção "Blame" entrou para a trilha sonora de uma novela global. Mas aquilo soava, como um pastiche do Maroon 5, sem muita personalidade. Três anos depois, Iorc, um músico de 25 anos, surpreende quem ouve Umbilical. Folk, sem deixar de ser pop, com letras mais maduras e gravado inteiramente em inglês, o disco tem arranjos minimalistas e canções de fácil assimilação, dessas que na primeira audião já fazem a gente assobiar o refrão. É um mérito e tanto. Story  of a Man, Patron e Umbilical, músicas do novo disco, são bons exemplos de como Iorc deixou de ser uma promessa e deve ser reconhecido de vez pelo talento que tem


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    Tiê - A Coruja e o Coração

    Capa do Álbum "A Coruja e o Coração"
    Tiê Gasparinetti
    Tiê Gasparinetti Biral, ou simplesmente Tiê, é uma cantora brasileira de MPB. A cantora, cursou relações públicas, e estudou canto em Nova York. Lançou em 2009, seu primeiro álbum, intitulado "Sweet Jardim", que contou com a colaboração solidária de diversos artistas, como Toquinho, além de artistas da cena independente de São Paulo. A Coruja e o Coração, segundo trabalho da cantora, foi demasiadamente esperado pelos amantes da MPB. As baladas confessionais, marcas registradas da cantora e compositora, estão de volta nesse novo disco. Possuem os mesmos assuntos do disco anterior: cotidiano e amor. Mas o disco ficou mais colorido. Por ser de São Paulo, é enquadrada na expressão "Novos Paulistas", mas a cantora reprova essa conotação dada a sua pessoa. Para ela, o selo Novos Paulistas, na verdade, sugere a um movimento musical, ou um grupo com a mesma estética, como os Novos Baianos. O nome do disco, se deu, quando a cantora, acordou-se e falou: "- É isso! A Coruja e o Coração!" A coruja, porque é minha amada, é a mãe coruja. E coração, porque é a casa de todos nós.". Esse novo disco da cantora, vem com mais instrumentos, parceiros e cor, como é definida a vida de Tiê, por ela mesma. É autobiográfico, como o primeiro, mas reflete outras vertentes. "- É por isso que a vida é boa: ela recicla, muda, gira e sempre nos faz respirar outros ares.", afirma a cantora.

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    quarta-feira, 15 de maio de 2013

    Mallu Magalhães (Pitanga)

    Mallu Magalhães
    Capa do CD "Pitanga"
    Maria Luíza de Arruda Botelho Pereira de Magalhães, mais conhecida como Mallu Magalhães, é outra, dos artistas da linha de frente da nova geração da MPB, além de cantora, compositora e instrumentista brasileira. Com três álbuns e um DVD lançados, seus maiores sucessos são "Velha e Louca", "Tchubaruba" e "Shine Yellow". Pitanga, é o terceiro álbum de estúdio da cantora. Lançado no dia 30 de Setembro de 2011. Diferente dos outros 2 álbuns anteriores, ela tem uma vertente totalmente diferente, na qual, nota-se na música "Velha e Louca", escolhida como primeiro single. -"Eu não nada muito pensado." (Mallu Magalhães). Entre bossas e sambinhas, seu terceiro álbum tem uma essência tipicamente brasileira. É marcado pelo amadurecimento pessoal, profissional e musical da cantora, além de sua participação nos instrumentos de bateria, piano e guitarra, nunca explorados pela cantora anteriormente. Conta com composições próprias em português e inglês, e com a participação de músicos como Kassim, Maurício Takara e Marcelo Camelo.

    Lúcio Silva (Silva EP)

    Lúcio Silva
    Lúcio Silva, ou somente Silva, é um outro artista da nova geração da MPB. Seu EP, e primeiro disco da carreira, chamado "Silva EP", possui apenas 5 músicas, e tem duração em torno de 20 minutos.
    Capa do EP "Silva EP"
    Muitas pessoas, comparam esses poucos 20 minutos, dizendo que valeria por uma discografia inteira, assim dessa forma, elogiando o trabalho do cantor e multi instrumentista. Silva não tinha muitas expectativas quando lançou seu primeiro EP sob o nome de SILVA em meados de 2011. Músico de formação erudita e também escolado nas bandas de baile e de igreja, Lúcio se apaixonou pela música eletrônica ao volta de uma viagem para Irlanda, ritmo que acabou formatando o synthpop abrasileirado do projeto. Sucesso em blogs e na imprensa, o EP abriu muitas portas para o rapaz, como a participação no prestigiado festival Sónar SP e o contrato com o SLAP, selo da gravadora Som Livre. Dentre as 5 canções do álbum, destacam-se "A Visita" e "12 de Maio", sendo, que, ambas, tem uma vertente bem distante uma da outra, comprovando, que Silva, traz uma mistura de diversos rirmos e letras.
    "12 de Maio", possui um ritmo caloroso, e quase carnavalesco, e evoca um fino trato da música brasileira. Já a música "A Visita", tem uma vertente voltada para o lado fino, e sem muita "alegria", trazendo também consigo, uma letra belíssima.
    Silva, apenas com um EP, vem ganhando um notório espaço no cenário musical, e prometendo bastante no seu novo trabalho, que segundo o cantor, ainda não tem data marcada para o lançamento, mas já está em fase de planejamento.
    Desenvolvido ao longo de cinco meses, "Silva EP" não é uma promessa de algo que ainda está por vir, mas uma resposta e uma comprovação de algo que se revela no presente, embora ainda ache que este EP é o prelúdio de que algo ainda mais grandioso e belo está por vir.

    Cícero Rosa Lins (Canções de Apartamento)

    Capa do Álbum "Canções de Apartamento"

    Cícero Rosa Lins
    Cícero Rosa Lins, ou simplesmente Cícero é o típico fenômeno de nossos tempos. Depois de uma experiência na banda Alice, o músico decidiu sair e montar um "homestudio" em sua casa para gravar suas canções. Num dia, as composições de "Canções De Apartamento" subiram para o Facebook e uma semana depois o disco já tinha atingido 10 mil downloads só com a divulgação boca-a-boca. "Tá sendo tudo muito doido ainda", brinca o rapaz, ainda entendendo a transformação que passou nos últimos dois anos. O disco gravado sem pretensão garantiu ao compositor dois troféus do Prêmio Multishow 2012 e um contrato com o selo Vigilante, da Deck, que deve lançar o segundo álbum ainda em 2013.
    O disco em si, é uma mistura de sons, passeando pela MPB, com pitadas de uma gostosa Bossa Nova e um rock largado, meio desleixado, meio sem querer, que cativa pela consistência do vocal rouco e melancólico, e das letras bem elaboradas e bem cuidadas. Os arranjos, são uma marca interessante desse trabalho, contando com sanfonas, pianos, e alguns instrumentos diferentes.
    O que pode-se dizer, a respeito desse som, é apenas uma coisa. Vale muito a pena dar uma conferida!